segunda-feira, 11 de julho de 2011

bagé bonita (homenagem aos 200 anos)

ando por onde cresci
da memória cheiro de mato
vento em contato
olhos a lacrimejar
frio de saudade faz chorar

passos
pontes
pinguelas
pular de pedra em pedra
arroio de galho a galho
inverno em águas desfeito
jeito de antigo lugar

registro de um tempo
distante
tão perto ainda
no peito onde o coração palpita
mora minha bagé
cada dia mais bonita

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